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Brasil caminha para maior crise econômica da história

O surto de coronavírus surtiu em diversas consequências avassaladoras para a economia do país e o Brasil caminha para o que parece ser a sua maior crise econômica.

Não é novidade que a pandemia de coronavírus tenha gerado efeitos negativos em uma escala mundial. Mas o que é importante enfatizar é que esta crise evidenciou diversos problemas sociais e econômicos que países como o Brasil já enfrentavam.

Um dos problemas que ficam mais evidentes durante este período foi o alto índice de desemprego. Muitos brasileiros acreditam que a situação surgiu após o surto de coronavírus, mas é verdade é que em fevereiro de 2020, pouco antes da quarentena começar no país, milhões de brasileiros já se encontravam na fila do desemprego.

Em março de 2020, especialistas da economia já haviam previsto que cerca de 25 milhões de brasileiros passariam a compor esse número de desempregados. Isto contando com os trabalhadores oficias, ou seja, aqueles que trabalham por intermédio da CLT.

O número é ainda maior quando incluímos o percentual de trabalhadores informais e autônomos na projeção do desemprego, mesmo que estes não possam requerer benefícios como o seguro desemprego, igualmente medidor do índice de empregabilidade no país.

O seguro desemprego é um dos recursos que tem sido mais utilizados para atuar contra os problemas gerados pela questão das demissões em massa. Em 2020, as solicitações do benefício ultrapassaram todas as médias esperadas e a expectativa é que este número ainda seja preocupante em 2021.

De acordo com o Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), órgãos responsáveis pelo pagamento do seguro, milhões de brasileiros ainda estarão a agendar Seguro Desemprego em 2021.

Uma outra ferramenta de auxílio que também tem se mostrado como indicadora da situação econômica do país é o programa Bolsa Família, uma iniciativa que promove a transferência de renda para famílias de baixa e média renda.

Como indicado anteriormente, a situação econômica no país já era alarmante e mais de 13 milhões de brasileiros se encontravam cadastrados ou na lista de espera do benefício. Esse percentual de possíveis dependentes do auxílio cresceu em 2020.

Ainda que o Governo Federal tenha promovido o pagamento do auxílio emergencial tanto para os trabalhadores prejudicados pela crise quanto para os beneficiários do Bolsa Família, a medida ainda não se mostrou integralmente suficiente para reerguer a economia.

O que se espera é que novos programas e medidas de suavização dos efeitos do coronavírus possam direcionar o país rumo a estabilidade econômica a longo prazo.

Fontesegurodesemprego2021.pro.br